
Frequente em diversas regiões de Mato Grosso inclusive na área de Sorriso o tatu é um dos animais mais importantes para a manutenção do equilíbrio ambiental nos biomas do estado. Com ocorrência no Cerrado, Pantanal e Amazônia, essas espécies desempenham papel fundamental na dinâmica dos ecossistemas.
Entre as principais espécies registradas está o Priodontes maximus, conhecido como tatu-canastra. Considerado o maior tatu do mundo, ele pode ultrapassar 30 quilos e medir mais de um metro de comprimento. Encontrado no Pantanal e no Cerrado mato-grossense, o animal é reconhecido pelas grandes tocas que escava e está classificado como vulnerável à extinção.
Além de contribuírem para a qualidade do solo e o controle de insetos como cupins e formigas, os tatus são considerados “engenheiros ecológicos”. Suas escavações promovem a aeração do solo e favorecem a entrada e circulação de nutrientes, auxiliando na renovação da terra.

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As tocas abertas por espécies como o tatu-canastra também servem de abrigo para outros animais após serem abandonadas, como a coruja-buraqueira e o tamanduá-mirim, ampliando ainda mais sua importância para a fauna local.
Apesar da relevância ecológica, os tatus enfrentam ameaças como a caça ilegal e a perda de habitat causada pelo avanço das atividades humanas. A conservação dessas espécies é considerada estratégica para garantir o equilíbrio ambiental nos diferentes biomas do estado.
O biólogo Helder Freitas reforça que os tatus podem ser considerados verdadeiros “arados naturais”, pois revolvem e cavam o solo constantemente, exercendo um papel essencial na manutenção da biodiversidade.
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