
Apesar da redução nos preços nas usinas, os combustíveis continuam em alta nos postos de Mato Grosso, sem repasse ao consumidor final. Atualmente, o etanol é vendido, em média, a R$ 4,59 o litro, a gasolina a R$ 6,79 e o diesel a R$ 7,29 no estado.
Diante do cenário, o governador Otaviano Pivetta afirmou que pretende dialogar com distribuidoras para entender por que a redução nas usinas não chegou às bombas.
“Vamos conversar com as distribuidoras para entender por que não está baixando o preço do etanol na bomba”, declarou. Segundo ele, Mato Grosso possui uma nova matriz energética baseada no etanol, sendo autossuficiente e até exportador para outros estados.
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O governador destacou que, embora o Estado conheça os valores praticados nas usinas, o preço final depende de outros elos da cadeia, como distribuição e revenda. Ele ressaltou que não há controle direto sobre os preços, mas defendeu articulação política para tentar reduzir os custos ao consumidor.
Ainda nesta terça-feira (28), Pivetta entregou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso um projeto de lei com medidas voltadas ao setor. A proposta prevê a adesão ao regime emergencial de abastecimento de combustíveis do Governo Federal, além da prorrogação do congelamento da base de cálculo do Fethab até 2026.
De acordo com o governo, a adesão ao programa federal permitirá a participação do estado no subsídio ao diesel, combustível essencial para o transporte e a produção agrícola. Mato Grosso deverá contribuir com 6,12% do total dos estados, com limite de R$ 122,4 milhões.
Já o congelamento da base de cálculo do Fethab até o fim de 2026 busca evitar reajustes na contribuição e conter o aumento de custos para o setor produtivo e, consequentemente, para a população.
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