
O Ministério do Trabalho e Emprego divulgou uma atualização da chamada “lista suja” do trabalho escravo, incluindo sete empregadores de Mato Grosso por exploração de mão de obra em condições análogas à escravidão.
As inclusões são resultado de fiscalizações que identificaram situações degradantes em propriedades rurais e empreendimentos no estado, com trabalhadores submetidos a condições desumanas, em desacordo com a legislação trabalhista e os direitos humanos.
Entre os nomes citados estão Roberto dos Santos, com propriedade na zona rural de Comodoro; Eduardo Antônio Barros da Silva, ligado à Fazenda Filadélfia, em Nova Xavantina; e Fábio Cezar Barros Leão, com atividades na Fazenda Oriente III, em Pedra Preta.
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Também aparecem na lista a Construtão Engenharia Ltda, com atuação na Fazenda FWA158, em Porto Alegre do Norte; a Guizardi Junior Construtora e Incorporadora Ltda, com obras na zona rural de Chapada dos Guimarães; além de João Milton de Oliveira Baldez, também incluído no cadastro.
Segundo os dados divulgados, Mato Grosso contabiliza 547 trabalhadores encontrados em condições degradantes, reforçando a preocupação das autoridades com a fiscalização e o combate a esse tipo de crime no estado.
A inclusão na lista implica restrições de crédito e maior monitoramento por parte de órgãos públicos e instituições financeiras.
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