
O Tribunal do Júri de Vera condenou, nesta sexta-feira (24), o homem conhecido como “Maranhão” a 26 anos e 8 meses de prisão pelo assassinato de Paulina Santana, de 52 anos. O julgamento foi realizado na Câmara Municipal e se estendeu por várias horas, sendo concluído no período da tarde.
O caso gerou grande repercussão na cidade, já que tanto o réu quanto a vítima eram conhecidos da comunidade local, o que aumentou a atenção em torno da decisão judicial.
Durante o julgamento, os jurados acataram a denúncia do Ministério Público e reconheceram o crime como feminicídio, fixando a pena em mais de duas décadas de reclusão.
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Relembre o caso
O crime aconteceu na noite de 13 de junho de 2025. Segundo as investigações, o acusado foi até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com um amigo. Ele então pegou uma faca no local, ameaçou o visitante que deixou a residência e ficou sozinho com a vítima.
Em seguida, desferiu um golpe de faca no abdômen de Paulina e fugiu em uma motocicleta.
A vítima foi socorrida por vizinhos e levada à UPA de Vera. Devido à gravidade, foi transferida ao Hospital Regional de Sinop, onde morreu quatro dias depois, pouco após a prisão do suspeito.
Após o crime, o homem fugiu da cidade, mas foi localizado e preso em uma pousada no município de Matupá, em ação das forças de segurança.
A condenação encerra um dos casos de maior repercussão recente em Vera e reforça a importância do combate à violência contra a mulher.
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