
Dois homens morreram após um confronto com equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), na noite desta quinta-feira (25), durante a Operação Território Livre, no distrito de Guatá, em Colniza (MT). A dupla, apontada pela Polícia Militar como integrante de facção criminosa, teria participado de uma ação em que um empresário foi mantido refém durante uma extorsão.
Segundo a PM, as equipes realizavam diligências após receberem informações de que integrantes de uma organização criminosa seriam responsáveis por manter cerca de seis pessoas em cárcere privado durante uma ocorrência registrada no dia 22 de junho.
No decorrer das investigações, os policiais identificaram que um casal de comerciantes teria sido rendido e alvo de ameaças e extorsão por criminosos. Após um período, as vítimas foram liberadas.
Ainda conforme o boletim de ocorrência, os policiais receberam denúncias de que dois dos envolvidos estavam escondidos em uma residência na vila do distrito.

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Durante a aproximação das equipes para realizar a abordagem, um dos suspeitos teria corrido para o interior do imóvel e efetuado disparos contra os militares. Os policiais reagiram à agressão.
Na sequência, durante a entrada na residência, outro homem foi localizado armado. Conforme a versão policial, ele também teria reagido à abordagem apontando a arma para os agentes, que efetuaram disparos para conter a ameaça.
Os suspeitos foram identificados como N. V. S. G., conhecido pelos apelidos “Tornado” ou “Red Bull”, e A. S. da S., conhecido como “Madruga”. Eles foram socorridos e encaminhados para uma unidade de saúde do distrito, mas não resistiram aos ferimentos.
Durante a ação, os policiais apreenderam uma espingarda calibre 12, um revólver calibre .38, quatro aparelhos celulares entre eles um que pertenceria à proprietária do estabelecimento onde ocorreu o crime investigado, roupas supostamente utilizadas na ação criminosa, R$ 57 em dinheiro, duas balanças de precisão e dois cadernos com anotações relacionadas ao tráfico de entorpecentes.
Todo o material foi encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Colniza, que dará continuidade às investigações e adotará as medidas legais cabíveis.
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