
O deputado federal Guilherme Derrite defendeu que o Brasil adote medidas semelhantes às implementadas pelos Estados Unidos no combate às facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).
Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar elogiou a decisão do governo norte-americano de classificar as duas organizações criminosas como grupos terroristas, afirmando que a medida amplia a pressão internacional contra as facções e fortalece o combate ao crime organizado.
Recentemente, PCC e Comando Vermelho passaram a integrar a lista do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), órgão vinculado ao Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. Com a decisão, os grupos foram enquadrados na categoria de Terroristas Globais Especialmente Designados (SDGT), utilizada pelo governo norte-americano para impor sanções financeiras e restrições internacionais.
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Segundo Derrite, a medida representa o reconhecimento de que as facções brasileiras atuam além das fronteiras nacionais, com participação em atividades como tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes transnacionais.
O deputado destacou que o principal impacto da classificação não está relacionado a ações policiais ou militares, mas ao enfraquecimento financeiro das organizações criminosas. De acordo com ele, as sanções dificultam o acesso a recursos, restringem movimentações financeiras e ampliam o monitoramento de pessoas e estruturas que prestam apoio financeiro, logístico ou tecnológico às facções.
Ainda conforme o parlamentar, medidas dessa natureza podem contribuir para reduzir a capacidade operacional dos grupos criminosos ao atingir diretamente suas fontes de financiamento.
Leia a reportagem completa na Revista Oeste:
Revista Oeste – Derrite defende que Brasil trate PCC e CV como terroristas
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