
O servidor da Câmara Municipal de Sorriso, Antonio Jocemar Pedroso da Silva, teve a liberdade provisória concedida pela Justiça na tarde desta quarta-feira (20), após passar por audiência de custódia.
Conhecido como “Professor Jocemar”, o servidor foi preso durante a Operação Falso Mestre, que investiga um suposto esquema de fraudes bancárias relacionadas à obtenção irregular de financiamentos de veículos.
Durante entrevista ao portal CN News MT, o advogado de defesa, Jean Carlos Pereira, afirmou que não existem provas concretas contra o servidor e classificou a acusação de estelionato como uma “mera suposição”.
FIQUE ATUALIZADO COM NOTÍCIAS EM TEMPO REAL: CANAL DO WHATSAPP | PLANTÃO NORTÃO MT | INSTAGRAM DO NORTÃO MT
A defesa também comentou sobre a apreensão de entorpecentes durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão. Segundo o advogado, os policiais encontraram cerca de oito gramas de substância entorpecente na residência do servidor, quantidade que, conforme alegado, seria destinada ao uso pessoal de Jocemar e da namorada.
Ainda conforme a defesa, uma quantidade maior de drogas foi localizada na divisa do terreno do servidor com um lote vizinho. Em depoimento, Jocemar negou ser proprietário do material e afirmou que os entorpecentes pertenciam aos moradores da área ao lado, que, segundo ele, já teriam sido alvos de outras operações policiais.
Ao conceder a liberdade provisória, a Justiça determinou o cumprimento de medidas cautelares. Entre elas estão a proibição de cometer novas infrações penais, a restrição ao uso de substâncias entorpecentes e a obrigação de comparecer a todos os atos do processo judicial.
O servidor também precisou pagar fiança equivalente a três salários mínimos, totalizando aproximadamente R$ 4,8 mil.
Após o pagamento da fiança e assinatura do termo de compromisso, Antonio Jocemar Pedroso da Silva foi liberado e responderá ao processo em liberdade enquanto as investigações continuam.
NORTÃO MT












